Cristiano Amorim aposta em responsabilidade fiscal na sua gestão e diz que essencial não pode faltar
Postado à, 6 dias atrás | 3 minutos de leitura
Cristiano Amorim, prefeito de Timburi, falou ao programa Operação Cidade, da Rádio Paranapanema, no fim de dezembro, em uma entrevista que segue atual. Ao longo da conversa, Cristiano Amorim apresentou o jeito de pensar a administração pública, explicou medidas já em andamento e falou sobre soluções que vêm sendo implantadas no município. Segundo o prefeito, a gestão tem como foco planejamento, responsabilidade e compromisso direto com a comunidade, buscando respostas práticas para as demandas da cidade.
Durante a entrevista Cristiano explicou decisões adotadas no início da gestão, com foco em controle de gastos, reorganização administrativa e pagamento de dívidas herdadas.
“Nós não tiramos o benefício do funcionário, não cortamos hora extra, não cortamos as insalubridades. O que nós fizemos foi tomar decisões drásticas, inclusive nos pagamentos, saber onde nós estávamos gastando, fazer esse pente-fino”, afirmou. Segundo Cristiano, a saúde não sofreu cortes. “Saúde foi uma área que nós investimos, não fizemos corte.”
O prefeito detalhou medidas de gestão, como a revisão da entrega de kits escolares. “Era o copia e cola. Tinha material para cerca de 60 alunos a mais do que realmente estavam em sala de aula. Fomos ver quanto isso impactava no pagamento do kit”, disse, ao relatar o trabalho feito com as equipes de contabilidade e finanças.
Cristiano também falou sobre a dívida do município. “Do montante da dívida, nós já pagamos quase 65%.” Entre as decisões consideradas difíceis, citou o cancelamento da Fespinga. “Se eu fizesse a festa, eu poderia comprometer a folha de pagamento e os serviços necessários.”
Na área da saúde, explicou investimentos na frota. “Tivemos que comprar motores novos para vans que transportam pacientes. A diferença entre retificar e colocar motor zero era de cerca de 15 mil reais, e optamos pela qualidade.” Segundo ele, os veículos percorrem longas distâncias por falta de hospital no município.
Sobre cortes, afirmou que a prioridade foi garantir o essencial. “O básico não pode faltar. A gente tem que andar com o pé no chão, com responsabilidade, até o município sair da zona vermelha.”
Veja mais um trecho da entrevista do prefeito Cristiano Amorim, de Timburi.