Fonte - Da redação do Brasil de Fato
A Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, vinculada ao ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), divulgou nesta semana o processo para adesão à Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. Segundo a pasta, o objetivo principal é facilitar a implementação e o monitoramento de políticas públicas para combater a violência e garantir direitos em todo o país.
Podem participar de forma voluntária os estados, o Distrito Federal e os municípios. Além dos governos, a rede aceita a adesão de universidades e organizações da sociedade civil que cuidam de centros de referência e casas de acolhimento. Para realizar a adesão, os órgãos interessados devem preencher formulários específicos disponíveis no site oficial do ministério.
A secretária nacional Symmy Larrat explica que o processo retira as propostas do papel e as transforma em realidade nos territórios. Segundo ela, ao aderirem, os governos assumem o compromisso de promover serviços e uma rede de proteção.
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Editado por: Nathallia Fonseca
“Isso faz com que tenhamos uma agenda pública para os próximos anos, com unidade na ação, promoção de direitos e iniciativas concretas nos territórios, possibilitando que as pessoas LGBTQIA+ se encontrem com seus direitos e com sua cidadania”, afirma a secretária, agregando que a missão principal é “institucionalizar a política em parceria com estados e municípios”.
A política nacional foca no enfrentamento de todas as formas de preconceito por orientação sexual ou identidade de gênero. O projeto inclui ações para fortalecer o papel do poder público e integrar os esforços realizados com a sociedade civil. Segundo a Secretaria Nacional de Direitos das Pessoas LGBTQIA+, existem mecanismos de monitoramento coordenados pelo conselho nacional para garantir que os objetivos de cidadania sejam cumpridos.